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Slides | O Evangelho simples revelado em uma vida complicada

Slides | Evangelismo Pessoal

Evangelização e cultura

O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

A Religião e o Evangelho

A religião é obra do homem. O Evangelho nos foi dado por Deus.

A religião é o que o homem faz por Deus. O Evangelho é o que Deus tem feito pelo homem.

A religião é o homem em busca de Deus. O Evangelho é Deus buscando o homem.

A religião é o homem tentando subir a escada de sua própria justiça, na esperança de encontrar-se com Deus no último degrau. O Evangelho é Deus descendo a escada da encarnação de Jesus Cristo e encontrando-se conosco, na condição de pecadores, no primeiro degrau.

A religião é constituída de bons ponto-de-vista. O Evangelho de boas novas.

A religião traz bons conselhos. O Evangelho, uma gloriosa proclamação.

A religião toma o homem e o deixa como está. O Evangelho toma o homem como está e o transforma naquilo que ele deveria ser.

A religião termina como uma reforma exterior. O Evangelho termina com uma transformação interior.

A religião passa uma caiação. O Evangelho alveja.

A religião muitas vezes torna-se uma farsa. O Evangelho é sempre uma força, o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1.16).

Há muitas religiões, mas apenas um Evangelho.

A religião enfatiza o "fazer", enquanto o Evangelho enfatiza a condição de "ser".

A religião diz: "Faça o bem, continue a fazer o bem e eventualmente você se tornará bom". O Evangelho diz: "Primeiro, você nasce de novo, pela Graça de Deus. A conseqüência natural disso assim como o dia segue a noite, é que você fará o bem".

A religião coloca em destaque princípios e preceitos, códigos e credos. O Evangelho coloca em destaque uma pessoa: JESUS.

A religião diz: "Alcance". O Evangelho: "Obtenha".

A religião diz: "Tente". O Evangelho: "Receba".

A religião diz: "Esforce-se". O Evangelho: "Confie".

A religião diz: "Desenvolva-se a si mesmo". O Evangelho: "Negue-se a si mesmo".

A religião diz: "Salve-se". O Evangelho: "Entregue-se".

A religião diz: "Faça... faça isso, faça aquilo, e será salvo". O Evangelho afirma: "Já foi feito. Creia e será salvo".

Fonte: Jornal Semeador (Pr Glenio Fonseca Paranaguá).

Curso: O Evangelho 2.0

Este curso que trabalharemos na Escola Bíblica Dominical (EBD) da nossa igreja, originalmente confeccionado pelo Pr. Tim Keller da Redeemer Church, visa apresentar as bases do cristianismo com as lentes do evangelho. Diferente do curso anterior que era a apresentação do evangelho a partir da Carta aos Gálatas de maneira expositiva, este tem uma abordagem temática e é mais acessível.
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Índice para Download
Lição 1: O que é o Evangelho?
Conceito chave: Evangelho

Lição 2: Quem é Deus?
Conceito chave: Glória

Lição 3: O que está errado em nós?
Conceito chave: Pecado

Lição 4: Quem é Jesus?
Conceito Chave: Encarnação

Lição 5: Porque Jesus morreu?
Conceito Chave: A Cruz

Lição 6: Como mudamos?
Conceito Chave: Idolatria

Lição 7: Qual é a missão de Jesus
Conceito Chave: Reino

Lição 8: Porque não posso estar só?
Conceito chave: Comunidade

Lição 9: Como conhecemos Jesus?
Conceito Chave: Bíblia

Lição 10: Onde compartilhamos o Evangelho
Conceito Chave: Cidade

O Evangelho segundo Mia Farrow

A atriz americana Mia Farrow, que ficou conhecida por interpretar Rosemary, a mãe do bebê demoníaco no clássico “o Bebê de Rosemary”, enviou uma carta ao presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir-Bashir, pedindo a liberdade de um líder de um grupo armado da região. Suleiman Jamous foi um ex-líder armado do Exército pela Libertação do Sudão (ELS), e é, atualmente, o coordenador humanitário deste grupo. O ex-assassino e rebelde, que se encontra sob custódia em um hospital daquele país, se não for tratado, morrerá. De uma forma bastante “evangélica”, ela oferece a sua liberdade na troca do prisioneiro, Jamous.

Na carta, Mia Farrow, que é Embaixatriz da UNICEF, enfatizou que: "...antes da sua captura, Jamous já estava exercendo um papel crucial na aproximação do ELS à tabela das negociações, e na busca de uma reconciliação entre as facções rivais". O texto da carta adiciona: "eu estou propondo uma troca. Jamous por mim. Eu ficarei presa no seu lugar, assim poderá fazer o exame e se tratar da doença...”.

Ora, a atitude de Mia Farrow propondo uma troca de lugar com o prisioneiro moribundo, é, na realidade, um pequeno rascunho de uma grande troca feita no Calvário há 2.000 anos. A grande diferença da atitude de Farrow para a do Senhor é que “Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado” (Romanos 5.8).

O pecado é uma violação dos mandamentos e do caráter justo e santo de Deus. Cabendo, por causa da própria justiça e integridade divina, um justo castigo por tamanha violação. Na cruz, Jesus se pôs no nosso lugar legal, recebendo o nosso castigo, para que nós pudéssemos obter a vida que é de Deus (a vida eterna). Assim, a cruz é uma “grande troca”, onde Cristo ocupou o nosso lugar moribundo. Ao pecar, o homem troca de lugar com Deus para se tornar “senhor” da sua própria decisão. Porém, na redenção expiatória, Jesus, toma o lugar “punitório” da desobediência do homem. Ou seja, o homem pecou, fazendo-se “Deus”; e o Pai, aniquilou o efeito nocivo do pecado fazendo-se homem.

Jesus foi excluído, humilhado, pisoteado pelos homens, condenado sem merecer, feito prisioneiro, rejeitado, e recebe a ira e o julgamento de Deus (no nosso lugar). Tudo isso, para que pudéssemos ser aceitos e livres. O evangelho é: Deus satisfaz a sua justiça substituindo... Ele escolheu ser “preso” durante três dias no ventre da Terra, para que pudéssemos ir Àquele que nos curaria.

Waldemir Lopes, pastor

Curso: O Evangelho

"Lutero afirma: “não há um espaço intermediário entre a justiça cristã e a justiça pelas obras”. Temos um vazio completo ou não. Ou fazemos de Cristo nosso Salvador, ou confiamos em nós mesmos. É a própria natureza da doutrina da justificação que faz impossível mantê-la em 90% ou 80%. Paulo, na sua carta aos Gálatas, e Lutero, no seu prefácio a suas notas sobre os Gálatas, ambos afirmam: ‘Ou tem-se 100% ou nada em absoluto’... “Se a verdade de estar justificado só por Cristo... se perde, se perde toda a verdade cristã”.
Lutero declara que o Evangelho é “um ensinamento absolutamente único em todo o mundo”. Nenhuma outra filosofia ou religião de nenhum tipo ensina a salvação pela graça. Nenhum coração humano pensou sequer em elabora-lo – somos incapazes de fazê-lo."
Clique nos links para baixar os arquivos em Word.

Lição 01 - É possível um Evangelho incompleto?

Lição 02 - Um caminho de salvação ou uma forma de vida?

Lição 03 - Crescemos quando praticamos ou quando cremos?

Lição 04 - A Bíblia é composta por duas histórias ou por uma?

Lição 05 - Filho amado ou escravo atemorizado?

Liçao 06 - O evangelho e a idolatria

Lição 07 - O evangelho é transformador ou reformador?

Lição 08 - O evangelho e a nossa luta interior

Lição 09 - O evangelho modifica nossa imagem e a dos outros

Lição 10 - Devemos nos arrepender das "boas ações"

O Evangelho e as Relações Sexuais

O moralista tem a tendência de considerar o sexo como um impulso sujo. Um pecado que busca restringi-lo ao máximo impondo toda classe de limites puritanos. Para ele, há uma relação contraditória com o sexo: a tensa consciência do moralista lhe levará tanto a desejá-lo como a evitá-lo por completo com uma intensa necessidade compulsiva. O sexo é motivo de grandes brigas internas no moralista.

O liberal está menos preso ao sexo. De tal forma que, a sua necessidade sexual já não se torna um problema crítico. Para o liberal, o sexo é uma mera necessidade física ou biológica. Ele considera o seu apetite sexual tão normal, que praticá-lo com animais, coisas, ou pessoas do mesmo sexo, é simplesmente normal. Pois, visa apenas satisfazer uma necessidade física, tal como a fome.

A terceira via: O evangelho nos ensina que a sexualidade serve para refletir a auto-entrega de Cristo. Ele se entregou totalmente sem condições, para buscar intimidade e fidelidade sob a aliança de Deus. Do mesmo jeito devemos proceder. Devemos nos entregar de forma legal, intensa, social, pessoal, de forma completamente comprometida e permanente.

por Tim Keller

Definindo a Idolatria

“Todas as pessoas agem como se Deus não pudesse lhes fazer felizes sem a adição de algo mais. Por isso, o comilão faz da sua comida um deus; o homem ambicioso, da sua honra; o incontinente, da sua lascívia; o cobiçador, do seu bem-estar; e, consequentemente, valorizam esses “valores” como seu deus, que rege as suas vidas... todos os homens adoram algum bezerro de ouro estabelecido pela sua educação, costume, inclinação natural, e coisas semelhantes...” (Stephen Charnock, A existência e atributos de Deus)

“O pecado nos predispõe a querer ser independentes de Deus, de forma que possamos fazer o que queremos sem ter que se inclinar a sua autoridade. Em um nível mais básico, os ídolos são aquilo que vislumbramos da evidência de Deus em nós mesmos e no mundo – nós não buscamos eliminar a Deus, mas buscar substitutos para o seu lugar”. (Richard Keyes, "A fábrica de Ídolos" em Não Há Deus exceto Deus.)

“a) Cada pessoa existe com relação a uns valores que, segundo ela perceba, faz que valha a pena viver. Um valor é qualquer coisa da ordem criada – qualquer idéia, relação, objeto, pessoa na que qualquer um tem interesse... b) esses valores competem... no seu devido tempo, nos inclinamos a julgar os outros pelos nossos valores estabelecidos... c) Quando um valor finito é elevado a uma posição central e imaginado como uma fonte final de sentido, a escolha já está feita... um deus acaba de ser levantado... pois, acaba vendo aquele valor finito como infinitamente necessário para ter uma vida de gozo. Se a minha filha, por exemplo, não fosse uma fonte de afeto e uma gracinha adorável, não seria uma potencial idolatria para mim, porém, como é, sou tentado a adorá-la de uma maneira desproporcionada”. (Thomas C. Oden, Notas sobre a morte da modernidade, capítulo 6).

Para maior compreensão leia o texto inteiro aqui

por Tim Keller, retirado da Apostila "O Evangelho"

EBD | Jovens

Fiquei muito feliz com o desempenho de todos os jovens na sala de aula da nossa EBD no domingo passado. Vocês talvez nem percebam o investimento que estão fazendo em suas vidas espirituais. Estudar sobre o Evangelho é estar de frente com a base e suma de todo o ensino de Cristo, Paulo e outros grandes homens de Deus. Vocês, ao longo do curso, vão descobrir quão gostoso é se deparar com o âmago da mensagem do cristianismo que talvez nunca tenham se aprofundado tanto.

O material que estamos estudando é de um dos pensadores e pastores cristãos mais influentes da nossa época. Isso não por causa de suas habilidades, mas pelo nível de comprometimento e seriedade com a Palavar do Evangelho. Seu nome é Timothy Keller e exerce seu chamado em Nova Iorque numa igreja fundada por ele mesmo e que cresce em número e simpatia - fruto do conhecimento e busca da vida totalmente alinhada ao Evangelho.

Não desanimem!
Perseverem até o fim sob pena de nunca conhecerem a Deus como Ele realmente é e age por nós.

Lutero afirma: "não há um espaço intermediário entre a justiça cristã e a justiça pelas obras". Temos um vazio completo ou não. Fazemos de Cristo nosso Salvador ou confiamos em nós mesmos. É a própria natureza da doutrina da justificação que faz impossível mantê-la em 90% ou 80%." - Tim Keller.
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Para baixar as lições clique nos links a seguir:
1ª Lição - baixe aqui
2ª Lição - baixe aqui

Muito mais que um símbolo

Há uma enorme mística que envolve a Cruz! Possivelmente a cruz seja um dos símbolos mais fortes que a humanidade conheceu e conhece, e não apenas para os cristãos, mas para todos que a despeito de seu credo encontram nela uma profunda identificação.Na grande maioria dos ritos religiosos (cristãos e até pagãos) a cruz está presente, talvez por que ela carregue num sentido mais amplo, e, portanto, subjetivo o desejo do encontro que os homens têm com a divindade. E este é um aspecto interessante, posto ser esse um dos maiores anseios que possuímos o de sermos satisfeitos por algo ou alguém maiores que nós, e que seja maior que as subjetividades e futilidades de nossa existência.

O tempo, e a maturidade que dele decorre, nos mostram que as coisas mais importantes da vida não se encontram na efemeridade humana, e é por isso que sem saber nós homens tateamos, na esperança de encontrarmos algo maior que nossas expectativas superficiais! A CRUZ é maior! Todavia, a grande questão, não é o que a cruz representa, mas o que a cruz É!

O seu significado está para além da sua representação simbólica, isso porque ela sintetiza todo amor que o Deus-amor tem por nós, é nela que encontramos a razão de ser e existir, fora dela não há motivo, que não seja o único motivo de viver por ela!Ela encerra toda tentativa humana de auto-resgate, ela também deixa claro que não há nada mais a fazer... A cruz pagou toda a minha divida, mais do que isso é nela que a justiça do Pai é satisfeita, e na solidão do madeiro o filho esteve só por causa de mim, e dos meus pecados... “Por que desamparastes...” esse fora um dos gemidos que se ouviu naquele dia-noite, onde até a natureza adoeceu por causa do castigo que promulgaria a Paz dos filhos-irmãos do Jesus-sacrificio, sim, a sua dor aliviou minhas angustias, sua aflição curou minha alma, e a sua morte me deu a vida!

Isso é o Evangelho, isso é Boa Nova, um justo se dando por um injusto como eu... De sorte, que para mim para além de qualquer marketing que o símbolo da cruz possa trazer, a Cruz do Calvário se experimenta não se conceitua posto ser ela a concreta expressão de amor!Obrigado meu Justo Salvador, Tu és a Vida... Tu és a minha Vida!

Pedro Albuquerque

Porque Sou Feliz?

Sou feliz porque ao abrir os olhos não vi o céu acima de mim, mas concreto e cal. Sou feliz porque aos sábados e domingo acordo com um cheirinho de shampoo Seda (seus cabelos são muito rebeldes? Cachos hidratados com volume sob controle) no traseiro ao lado ainda ocupado. Sou feliz porque, ainda nesses dias, há água morna no chuveiro sem ter que liga-lo à tomada. Sou feliz porque o sol de ontem a tarde evaporou o enxágüe de ontem de manhã da minha toalha. Sou feliz porque o Nescau já vem adoçado. Sou feliz porque a anti-aderência da frigideira não deixa meu sanduíche colar. Sou feliz porque não preciso colocar papel de plástico colorido na tela do meu televisor. Sou feliz porque tenho uma dúzia de livros pra ler, duas meias dúzias de artigos pra escrever sem pensar e uma dúzia de dúzia de pessoas para interceder hoje. Sou feliz porque a motocicleta não tem tendência ao álcool como os automóveis de quatro rodas – eles têm onde se sustentar. Sou feliz porque ainda que saindo de um lugar ainda posso voltar pra lá. Sou feliz porque os grandes e “hipers” supermercados megas não fecham, não cochilam, apesar de não vigiarem. Sou feliz porque existe comida suficiente para todos – nos estoques! Sou feliz porque ligo e ela atende sempre. Sou feliz porque minha língua é capaz de sentir o gosto da maionese do Laçaburguer. Sou feliz porque existe Macintosh. Sou feliz porque largamos juntos. Sou feliz porque aprendi ainda mais a suportar os que (acham que) já chegaram lá, já entendem – pobres! Sou feliz porque o povo se mostra insatisfeito com a segurança investida na visita daquele homem que desce do alto de azul, vermelho e branco – é por isso que falta segurança aqui em baixo! Sou feliz porque meus óculos já corrigiram meus embaraços um dia. Sou feliz porque ela chega todos os dias, sorri como se não existissem dívidas. Sou feliz porque posso dever. Sou feliz porque, ao não ter cd player, posso usar a outra função dvd. Sou feliz porque a galinha não reclamou antes de ser devorada por meus amalgamados dentes. Sou feliz porque amanhã tem odor de novo, tem travesseiro novamente, embora, pela quantidade de chuva que cai, parece-me que a água vai gelar tudo que não pôde no verão passado.

Sou feliz porque apesar dos “apesares” e pesares, penar ou “penares” peno mais feliz porque a felicidade que vem da justiça pesa levemente sobre mim “despesando”, desprezando e prezando pelo desprezo que devo ter meu apreço ao preço que apreciava.

Sou feliz porque não há porque não ser. Sou feliz porque esse viver que vivo é Cristo vivendo em mim! Sou feliz porque todos os dias que se envelhecem logo ao aparecer a lua o evangelho é nova boa nova boa novamente.

Pr. Daniel Luiz

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