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Hoje Ser mais. Amanhã Reter menos.

Hoje planejamos o culto em torno de uma frase muita (+) conhecida entre nós cristãos: “Eis-me aqui. Envia-me a mim”. Isaías, um profeta do Antigo Testamento, pronunciou essas palavras a cerca de 740 anos antes de Cristo. Apesar da distância temporal, ela tem sido dita cada vez menos (-) por cristãos nos séculos seguintes, e ainda os poucos (-) que a vêm dizendo hoje precisam fazê-las mais (+) mais do que palavras.

Hoje seremos chamado ao encontro da consagração do nosso ser a Deus. Precisamos nos dedicar e re-dedicar todos os dias a Deus. O número de vezes igual ao número de vezes que as Suas misericórdias se renovam. Hoje sempre é o dia “D”. Agora é a hora! A alguns minutos você tomará a decisão de confirmar seus votos e a entrega plena da sua vida a Cristo ou continuar com a mesma força insuficiente que tem nos feito aquém. Só se Jesus for para o nosso ser o que a água é para o rio, e só assim, seremos aquilo que Ele quer se sejamos. Consagração é dizer: “Me toma novamente hoje. Quero continuar me dando”.

Amanhã, digo próximo domingo, receberemos um envelope de contribuição especial. Você o levará para casa e se comprometerá em trazê-lo no próximo culto de domingo com uma oferta de amor. Lembramos que essa oferta não é seu dízimo, é a medida do seu amor a Deus e grau de desprendimento material. Dízimo é o mínimo do amor. Oferta é amor.

Daniel Luiz, pastor (danielluiz.net)

+ e −

Todos nós sabemos que nosso mundo precisa de uma dose maciça de amor. Carecemos de provas de que alguém está realmente interessado em nós a ponto de se doar - amar é dar-se. A tecnologia avançada nos instiga a fazer falando ou clicando. Para não ajudar de e de verdade, nós apenas re-passamos aqueles emails chatos pedindo contribuições para um alguém que tanto precisa (spam). Toca-nos tanto que fazemos o sacrifício de simplesmente clicar em “send to all contacts”. Isso é amor? É contribuir com quem precisa? Nossa consciência tranqüila não é amor, é egoísmo e ódio no mais profundo grau. Terminamos de matar alguém e compartilhar com outros a oportunidade de sentir o cheiro.

Em dezembro será diferente. Aproveitando o “espírito” natalino - tenho dificuldades em aceitar o natal como regido por um “espírito” - não entramos nele. Apenas deixaremos o Espírito agir de dentro para fora doando-nos como se totalmente passivos fôssemos. O desejável seria nossa atividade. Desaguaremo-nos o máximo possível nas águas das necessidades alheias. Seremos mais nós. Reteremos menos dos recursos que nos foram dados para doarmos. Partilharemos mais do que Deus partilhou conosco. Guardamos menos deixando a traça e ferrugem famintos, mas alguém farto.

“+ e −” é a série de mensagens que começaremos no próximo domingo aqui na igreja. Lavem as mãos e depois levante-as santamente, consagre-as a Deus e ao mesmo tempo ame os pobres e a você. Ser, recursos, vestes e alimentos serão trazidos diante de Deus ao serviço do outro. Amaremos assim porque porque só existe essa forma de amar - “...Deus amou o mundo de tal maneira de DEU...”

Daniel Luiz, pastor

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