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Eita, ia esquecendo é Natal

Eita, ia esquecendo é Natal ... no meio de tanta confraternização, festas, amigos secretos e outras coisas dessa nossa vida louca que nem tinha percebido que era Natal. Essa festa criada pelos homens em uma época só do ano ... e que eu não entendo é que esse espirito deveria se perdurar por todo o ano.

Que o próximo ano seja repleto de realizações e conquistas... e como não poderia deixar de ser ... rsrsrsrs ... você já fez a sua reflexão de suas realizações deste ano? Você atingiu todas as suas metas? Você amou mais? Você cuidou mais?

Não adianta lhe desejar tudo isso se você não se ajudar a conquistalos, se lembre que o Natal acontece todos os dias de nossas vidas e não adianta só desejar temos de fazer acontecer, de que adianta metas sem que você aprenda a conquistar seus objetivos?

Em fim vamos conquistar o Natal todos os dias do próximo ano e ao final colhermos os frutos desse nosso trabalho.

Charis, Shalom.

Atenciosamente,
Gleidson Cavalcante Fraga

Vídeo | Um menino nos nasceu


Um menino nos nasceu from dlrandrade on Vimeo.

Hoje Ser mais. Amanhã Reter menos.

Hoje planejamos o culto em torno de uma frase muita (+) conhecida entre nós cristãos: “Eis-me aqui. Envia-me a mim”. Isaías, um profeta do Antigo Testamento, pronunciou essas palavras a cerca de 740 anos antes de Cristo. Apesar da distância temporal, ela tem sido dita cada vez menos (-) por cristãos nos séculos seguintes, e ainda os poucos (-) que a vêm dizendo hoje precisam fazê-las mais (+) mais do que palavras.

Hoje seremos chamado ao encontro da consagração do nosso ser a Deus. Precisamos nos dedicar e re-dedicar todos os dias a Deus. O número de vezes igual ao número de vezes que as Suas misericórdias se renovam. Hoje sempre é o dia “D”. Agora é a hora! A alguns minutos você tomará a decisão de confirmar seus votos e a entrega plena da sua vida a Cristo ou continuar com a mesma força insuficiente que tem nos feito aquém. Só se Jesus for para o nosso ser o que a água é para o rio, e só assim, seremos aquilo que Ele quer se sejamos. Consagração é dizer: “Me toma novamente hoje. Quero continuar me dando”.

Amanhã, digo próximo domingo, receberemos um envelope de contribuição especial. Você o levará para casa e se comprometerá em trazê-lo no próximo culto de domingo com uma oferta de amor. Lembramos que essa oferta não é seu dízimo, é a medida do seu amor a Deus e grau de desprendimento material. Dízimo é o mínimo do amor. Oferta é amor.

Daniel Luiz, pastor (danielluiz.net)

+ e −

Todos nós sabemos que nosso mundo precisa de uma dose maciça de amor. Carecemos de provas de que alguém está realmente interessado em nós a ponto de se doar - amar é dar-se. A tecnologia avançada nos instiga a fazer falando ou clicando. Para não ajudar de e de verdade, nós apenas re-passamos aqueles emails chatos pedindo contribuições para um alguém que tanto precisa (spam). Toca-nos tanto que fazemos o sacrifício de simplesmente clicar em “send to all contacts”. Isso é amor? É contribuir com quem precisa? Nossa consciência tranqüila não é amor, é egoísmo e ódio no mais profundo grau. Terminamos de matar alguém e compartilhar com outros a oportunidade de sentir o cheiro.

Em dezembro será diferente. Aproveitando o “espírito” natalino - tenho dificuldades em aceitar o natal como regido por um “espírito” - não entramos nele. Apenas deixaremos o Espírito agir de dentro para fora doando-nos como se totalmente passivos fôssemos. O desejável seria nossa atividade. Desaguaremo-nos o máximo possível nas águas das necessidades alheias. Seremos mais nós. Reteremos menos dos recursos que nos foram dados para doarmos. Partilharemos mais do que Deus partilhou conosco. Guardamos menos deixando a traça e ferrugem famintos, mas alguém farto.

“+ e −” é a série de mensagens que começaremos no próximo domingo aqui na igreja. Lavem as mãos e depois levante-as santamente, consagre-as a Deus e ao mesmo tempo ame os pobres e a você. Ser, recursos, vestes e alimentos serão trazidos diante de Deus ao serviço do outro. Amaremos assim porque porque só existe essa forma de amar - “...Deus amou o mundo de tal maneira de DEU...”

Daniel Luiz, pastor

+e- (Natal)



O natal e os tesouros do coração

via O Tempora, O Mores! by Mauro Meister on 12/14/07

Presentes: esta é a palavra de ordem do mês de dezembro. Muitos estão preocupados com o que vão dar de presente, e outros, com o que vão receber. O comércio espera, todo ano, superar o consumo do ano anterior e muitas pessoas esperam superar o valor do presente que deram ou receberam no último natal. Alguns passam o ano alimentando o que esta oportunidade de ganhar vai lhes proporcionar. Fazem do seu sonho de consumo o tesouro do seu coração...

Como o natal, supostamente, deveria ser a celebração do natalício de Jesus, ouçamos o que o aniversariante nos diz a este respeito:

Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Mateus 6:19-21


Percebem a ironia? Ainda que o próprio Senhor tenha ganhado presentes caros pela ocasião de seu nascimento (incenso, ouro e mirra), eles eram representativos do seu ministério e daquilo que ele mesmo viria a ser, um rei não reconhecido pelo seu povo que morreria tragicamente, conforme a vontade do Pai celestial, para que, pelo seu sangue, muitos fossem salvos. O que os presentes que você vai dar ou receber neste natal representam a respeito da sua fé, devoção, salvação e ministério? Logo, o problema não são os presentes em si, mas o que eles significam e como os entesouramos. Aliás, presentes devem ser dados, como verdadeiras dádivas e de forma graciosa, como convém aos santos.

Uma das grandes expectativas do comércio é que as pessoas comprem o máximo que puderem nesta época de "espírito contagiante", indo muito além daquilo que podem pagar. Já está comprovado que grande parte da população se endivida gravemente a ponto de não conseguir pagar o que deve durante o ano inteiro, tornando-se maus pagadores. O que é que faz alguém caminhar nesta direção? Ou melhor, o que faz um crente se enveredar por este caminho dando um testemunho condenável até pelos ímpios?

Ouça as palavras do aniversariante:

São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão! Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Mateus 6:22-24

Primeiro, sofremos do perigo de nos deixar dominar pela cobiça dos olhos. O "ver" as coisas pode tornar-se terrível fonte de cobiça e destruição. Foi pelo ver o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal que nossos primeiros pais foram tentados. O fato é que muitas vezes nos expomos deliberadamente ao pecado através do olhar, do contemplar e de alimentar no coração desejos que são meramente carnais, como diz Tiago, "cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz" (Tg 1.14).

Isto termina por nos levar a servir outro senhor, as riquezas, mesmo que não a possuamos. E como diz o Senhor, ninguém pode servir a dois senhores, a Deus e às riquezas.

Logo, uma procura na alma que cada um de nós deve fazer neste tempo é, onde está o meu tesouro? Com certeza, a resposta lhe dirá onde está o seu coração. E se, por ventura, você encontrar o seu coração com tesouros fúteis, vazios, pode ser que a riqueza tenha se tornado o seu senhor. Lembre-se, mais uma vez, das palavras do aniversariante:

Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?... Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6.25, 32, 33

Que este seja para cada um de nós um natal do Reino, sem os excessos da preocupação com a comida, a bebida, as roupas e os presentes, mas com todos eles, na medida do Reino!

Feliz Natal! Tempora-mores

Natal

Entrando no mês de dezembro e vislumbrando o passado, presente e futuro, me sinto como o capitão Nascimento do filme Tropa de Elite. Nascimento e morte. Um menino para nascer e bandidos para morrer. Nascimento fazia nascer a dor dos que causavam dor e a dor de quem trazia em seu ventre a razão da busca pelo fim do renascimento constante da morte.

Nossa sociedade vive com a morte muito de perto. Vivemos admitindo-a mais do que o nascimento. O IBOPE reflete nossa preferência pelas desgraças alheias. Maternidades são temporais, o cemitério não. Enquanto a maternidade arranca lágrimas de dois, a morte prevalece como a campeã em se tratando de fazer jorrar torrentes de aguas dos nossos olhos. Me sinto devedor da morte. Enquanto tudo isso, nasce um menino. Não o de Nascimento, mas que também vem ao mundo em meio a guerra e muita morte.

Natal é nascimento, mas é morte. Em discurso uma palavra deve morrer para dar lugar a outra. A semente de mustarda deve morrer para fazer nascer uma árvore. O nascimento de Cristo nos chama a morrer para nós mesmos, nosso orgulho, nossa prepotência, nossa pseudo-independência e etc. Natal é nascimento para alguém morrer. No caso de Cristo, Ele mesmo morreu para que nós experimentássemos vida.

Você vive como o Capitão Nascimento. Escolha ver o nascimento ou achar que a morte do outro trará paz. O Natal diz morra e renasça em Cristo - o menino-homem que nasceu pra morrer e renascer...

Pr. Daniel Luiz
dlrandrade@gmail.com

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