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Quando você vai morrer?

Faça esse teste e descubra quantos anos ainda lhe faltam antes da morte. 85 anos de vida é a idade resultante do meu teste.

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O que você começaria a fazer se soubesse que esse resultado é verdadeiro?
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Daniel Luiz, pastor

Slides | Dependência ou morte!

Natal

Entrando no mês de dezembro e vislumbrando o passado, presente e futuro, me sinto como o capitão Nascimento do filme Tropa de Elite. Nascimento e morte. Um menino para nascer e bandidos para morrer. Nascimento fazia nascer a dor dos que causavam dor e a dor de quem trazia em seu ventre a razão da busca pelo fim do renascimento constante da morte.

Nossa sociedade vive com a morte muito de perto. Vivemos admitindo-a mais do que o nascimento. O IBOPE reflete nossa preferência pelas desgraças alheias. Maternidades são temporais, o cemitério não. Enquanto a maternidade arranca lágrimas de dois, a morte prevalece como a campeã em se tratando de fazer jorrar torrentes de aguas dos nossos olhos. Me sinto devedor da morte. Enquanto tudo isso, nasce um menino. Não o de Nascimento, mas que também vem ao mundo em meio a guerra e muita morte.

Natal é nascimento, mas é morte. Em discurso uma palavra deve morrer para dar lugar a outra. A semente de mustarda deve morrer para fazer nascer uma árvore. O nascimento de Cristo nos chama a morrer para nós mesmos, nosso orgulho, nossa prepotência, nossa pseudo-independência e etc. Natal é nascimento para alguém morrer. No caso de Cristo, Ele mesmo morreu para que nós experimentássemos vida.

Você vive como o Capitão Nascimento. Escolha ver o nascimento ou achar que a morte do outro trará paz. O Natal diz morra e renasça em Cristo - o menino-homem que nasceu pra morrer e renascer...

Pr. Daniel Luiz
dlrandrade@gmail.com

Body piercing saved my life

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A Aposta

Pense no que você faria se lhe fosse dito que lhe restam três meses de vida. Depois do pânico inicial… Suas rotinas diárias, as coisas que você considera importantes, inadiáveis, pelas quais sacrifica o ócio, a meditação, o brinquedo… A leitura de jornais, os canhotos dos talões de cheque, os documentos para o IR, os ressentimentos conjugais, os rancores profissionais, a pós-graduação, as perspectivas da carreira… Tudo isso encolheria até quase desaparecer. E o presente ganharia uma presença que nunca teve antes. Ver e saborear cada momento; são os últimos: o quadro, esquecido na parede; o cheiro de jasmim; o canto de um pássaro, em algum lugar; o barulho dos grilos, enquanto o sono não vem; a gritaria das crianças; os salpicos da água fria, perto da fonte… Talvez você até criasse coragem para tirar os sapatos e entrar na água… Que importaria o espanto das pessoas sólidas? Talvez encontremos aqui as razões por que a sociedade oculta e dissimula a morte, tornando-a até mesmo assunto proibido para conversação. A consciência da morte tem o poder de libertar, e isso subverte as lealdades, valores e respeitos de que a ordem social depende. Colocando os sepulcros nas mãos dos deuses, a religião obriga a inimiga a se transformar em irmã… Livres para morrer, os homens estariam livres para viver…


A Noiva Cadáver | "Descendit ad Inferna".

Título Original: Corpse Bride
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 78 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial: www.anoivacadaver.com.br

Tive o primeiro contato com esse filme depois de receber uma newsletter da Apple (uma empresa fabricante de computadores e produtora de software) em minha caixa de mensagens. Trata-se de um filme editado com programa Final Cut, o mesmo que uso na edição de nossos vídeos aqui na Igreja (guardadas as devidas proporções). Fui assistir porque fui ‘linkado’ dessa maneira.

Numa página na internet destinada a crítica de filmes, A Noiva Cadáver têm sido bem vista. Animação não é feita apenas para crianças. O filme tem uma boa história, uma pitada de ação, outra de suspense e, para variar, comédia.

Em uma vila da Europa do século XIX vive Victor Van Dorst (Johnny Depp), um jovem que está prestes a se casar com Victoria Everglot (Emily Watson). Porém, acidentalmente, Victor se casa com a Noiva-Cadáver (Helena Bonham Carter), depois de colocar o anel no seu dedo pensando que era um simples galho de árvore e de recitar algumas palavras mágicas. Assim ele é levado a conhecer a Terra dos Mortos, lugar onde vive sua esposa-morta.

Além dos risos que o autor conseguiu arrancar de mim, pensei sobre a realidade do mundo dos mortos. Ele não é tão legal assim. No filme vi gente alegre, sorridente, fraternidade, sentimentos de cordialidade e etc. Mas a Bíblia diz que o mundo dos mortos, também chamado de inferno, é um lugar de sofrimento onde o som dos dentes rangendo trás alvoroço e os vermes e tapurús comem a carne ainda viva e inacabável dos humanos que por uma razão ou outra estabeleceram um vínculo com as coisas de lá quando ainda estavam da terra-dos-vivos.

A certeza que tenho que não precisarei ser o hospedeiro desses parasitas infernais é que Jesus Cristo já esteve lá naquele mundo num sei como por mim. “desceu ao Hades...” - Descendit ad Inferna (Efésios 4.9). E mesmo depois de ter me casado, ou melhor, me envolvido com as coisas das trevas que teimam em ter aparência de céu aqui, Ele me resgatou indo ao meu lugar no inferno para que eu fosse me casar com Ele no céu... a diferença é que no filme a Noiva era morta...

(Sugiro para leitura posterior Efésios 2.1-10)
por Daniel Luiz

Feliz Ressurreição!

Os pregos enferrujados ainda celebram até hoje as aberturas deixadas em suas mãos. A coroa se desfez pelo mesmo tempo que apenas cicatrizou as feridas expostas causadas pelos seus alguns centímetros de penetração em sua cabeça. Os chicotes só perderam alguns pedaços de ossos que teimaram em não sair de suas costas ensopada. A ponta da lança logo secou, mas não antes de testificar à alma de quem a usou que o corpo que ali estava era mais que epiderme e cálcio. O manto descolado jamais saberá o que é ser rasgado de céu abaixo pelo sentido concretizado da morte de quem ele tocou. A cruz nunca mais foi a mesma – apenas vazia de um corpo mas para o quase sempre possuída de um sentido e significado. Do túmulo o odor se foi rapidamente mostrando com sua ausência que era hora da presença angelical. A enorme pedra que servia de portais eternos demudou-se em grão ante a descida do mensageiro. A eterna morte foi apenas efêmera passagem, mas nunca prisão. Nunca acorrentou quem nunca deixou de ser livre. Nunca aprisionou aquele que pode libertar. A lágrima, antes de cair no chão, voltou aos olhos pelos poros das mãos regando os pés de quem, a partir daquela cena, eternizou a proclamação da vitória da vida sobre a derrotada morte. A morte jamais será a mesma. Aliás, jamais será.

“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá.” (João 11.25).

Pr. Daniel Luiz

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